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"O Pinheiro de Akita" EP2

por Nhex, Domingo, 06.07.08

...Começava uma pequena batalha no meio de uma maior, era entre portugueses e berlengueiros, Jorge Almeda o personagem que é o centro da nossa história encontra-se algures no meio da confusão lutando com os seus camaradas contra o povo invasor. A cavalaria portuguesa sucumbia às lanças e destreza do pequeno grupo de soldados ilhéus.

 -Reagrupem depressa, antes que eles ataquem os flancos e nos separem um a um. RÁPIDO! - dizia Garcia aos seus soldados.

 -Sargento atenç... - António, o veterano soldado que disse as palavras que ficaram na cabeça de Jorge, tropeçava e caía numa abertura que apareceu subitamente no chão. Jorge temendo o pior, correu no meio da escaramuça entre o fumo e os rabos dos cavalos para o local de onde veio a voz, apenas para perceber que António estava mais seguro que o resto do grupo. Garcia vendo por uma fracção de espaço reparou na abertura e vendo que pouco ou nada poderiam fazer naquelas condições ordenou que os soldados retirassem para o buraco - Vamos rapazes para a abertura antes que acabem com todos nós! - todos se apressaram para a abertura. Lá dentro todos respiraram profundamente. Agora com espaço para planear nova estratégia e para recuperar forças a moral dos soldados aumentava, até que Garcia chamou por três nomes dos quais não teve resposta - Jonas? Manuel? Emilio? - um silêmcio aterrador esbateu-se sobre todos. Já combatiam juntos à uns bons anos. Após delinearem um novo plano todos saem da "toca" para mais uma luta. Ao saírem repararam que os portugueses se retiravam a fugir das feras que os combatiam do outro lado, eram eles os ursos tropicais e os pandas polares ajudados pelas batatas voadoras (voadorium batatis). A luta não ficaria por ali cabendo à frota das Berlengas terminar o trabalho. No final as baixas foram tantas que os portugueses não teriam exército para atacar fosse quem fosse por um bom tempo. Quando tudo estava seguro, os líderes das lendárias feras dirigriram-se à pequena força berlengueira para agradecer o apoio que deram para que pudessem ganhar tempo e repelir os portugueses. António dirigiu a palavra para um sábio panda polar, que lhe deu um manuscrito de modo discreto mas que não fugiu à visão astuta de Jorge que estava mesmo ao lado dos dois (escassos 2 cm).

 Todos regressaram ao castelo, ninguém foi deixado para trás. À entrada foram recebidos como heróis. Os heróis apenas queriam um descanso merecido que iriam receber dali a momentos, mas antes ouviram um enviado do rei. - Nobres soldados, hoje bateram-se com coragem no meio de tamanha força enviada para nos conquistar, com a ajuda de nossos aliados sacudiram a invasão e por isso o nosso rei. O rei Leandro III irá receber-vos no palácio no final da semana!

 Todos desgastados e em baixo pela perda de 3 companheiros, o grupo encontra-se agora na área de descanso do quartel, preparando-se para ir a uma estadia em casa, Jorge dirigi-se a António. - António reparei no que disseste antes de os portugueses nos cairem em cima. O que é o pinheiro de Akita?

 - Meu rapaz, senta-te vou-te contar a história que penso ser verdade. Há rumores que existe um caminho maritimo para as índias, e que se continuarmos por esse caminho encontraremos uma terra lendária. Não consigo descobrir o nome, mas sei que existe, não, tenho a certeza! - Dizia António com toda a sua convicção - Enquanto aqui estive no meu serviço militar descobri mais coisas sobre tal terra, e a que me ficou na cabeça foi a lenda do pinheiro de Akita, conta esta lenda que o pinheiro perdoa as dívidas de toda a gente.

 - António tal coisa não pode existir!

 - Talvez tenhas razão, mas não tarda estou a rerformar-me e vou reunir um grupo de marinheiros e partiremos para o fim do mundo se tiver que ser. O dinheiro que devo faz com que a minha família viva sempre em apuros. Por isso disse aquilo que todos ouviram na batalha.

 -Mas foi algo de vago!

 -E no entanto ficou-te na cabeça mesmo depois de uma luta daquelas certo?

 -Tens razão! - disse Jorge surpreendido.

 - Tive uma ideia! - referiu António - E se apresentassemos no final da semana, toda a minha pesquisa ao rei? Ele é na verdade, um fanático e quem sabe se não nos ouvirá atentamente?

 -Tens razão António devemos fazer isso.

 -Sim rapaz mas ainda não sei tudo sobre esta história apenas encontrei em vários manuscritos a referência ao pinheiro que paga as dívidas e nada mais...

 Os recém amigos saudaram-se e partiram para as suas respectivas casas onde mulheres e filhos os esperavam. Era altura do merecido descanso...

 

 Contíniua...

 

 

 

 

Ficha técnica:

 

Argumento:

Nhex

 

Direcção (das letras e assim):

Duende Alfredo

 

Produção:

Editor de texto do Sapo.Blogs

 

 

 

 

 

 

 

"Não percam o próximo post, porque nós também não!" xD

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Nhex às 01:33

4 comentários

De Xin a 06.07.2008 às 10:31

hm.. tão afinal era só pa irem passear até à India! xD

ok vou buscar antes uma maça-zinha xD enquanto espero pelo próximo episódio xDD

*

De Nhex a 06.07.2008 às 13:00

Não posso revelar detallhes xDD*

De Diana a 07.07.2008 às 14:01

"Continiua" xD

Ca' p mim o Jonas, o Manuel e o Emílio n morreram..

Ah?

De Nhex a 07.07.2008 às 14:08

"continiua" nos proximos episodios xD nao vou contar a historia xD

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