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Entrevista a dois actores da peça "O Quiosque".

por Nhex, Terça-feira, 02.09.08

Ora portanto eu sei que a peça estreou à uns valentes meses... Mas na mesma, decidi publicar esta entrevista há muito esperada... As duas vitim... pessoas que aceitaram fazer esta anedo... entrevista são nada mais nada menos que André (ok tenho que ir ver qual é o último nome dele só um momento...) Neiva e Bruna (pois o mesmo problema mas penso que seja) Nunes.

 Os seus papeis foram precisamente de Árvore falante e Pedra calada, estou a brincar vá "ahaha!". Falando a sério, os seus papeis foram de Padre e de Lili.

 O desafio foi simples cada um teria que responder a uma pergunta direccionada para as suas personagens e ambos teriam que responder a uma pergunta geral, podem a partir de agora ler os resultados:

 

 

 André: O Padre (como seria de esperar...)

 

 P: Achas que te assenta bem a batina?

 R: "Ora eu devido a conflitos graves com os meus peluches aquando ainda era uma criança, fiquei com a sensação que faltava justiça no mundo. Isto porque bastou meter os peluches na lareira para que o conflito acabasse. Foi aí mais ou menos que reparei que havia muita injustiça no mundo. Daí parti numa epopeia para encontrar o meu "eu" interior e a justiça que faltava, dali a cinco dias estava farto de estar na cama e desisti da epopeia.

 Como já deu para reparar não é essa a resposta, queria só partilhar algo pessoal, para dar a resposta a essa pergunta terei que recorrer a uma coisa que Immanuel Kant disse, que foi,

 "Só a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo, o ateísmo, a incredulidade dos espíritos fortes, o fanatismo e a superstição, que se podem tornar nocivos a todos e, por último, também o idealismo e o cepticismo, que são sobretudo perigosos para as escolas e dificilmente se propagam no público". Por isso é que a batina não me assentava bem, a resposta é "não", devido ao materialismo e ao fatalismo, o material era bom mas devido a uma fatalidade a batina era demasiado curta para me servir."

 

 

 Antes de publicar a próxima pergunta, fiquem a saber caros leitores que há uma cena da peça em que a personagem Lili agride acidentalmente uma outra personagem com uma vassoura...

 

 Bruna: Lili (não ia ser o padre como é claro...)

 

 P: Sempre tiveste jeito para vassouradas?

 R:"Hmm... essa é uma pergunta mesquinha. Eu tive uma infância atribulada por dois minutos, houve uma vez que se esqueceram de mim na dispensa, no meio da escuridão eu pedi ajuda e foi o meu gato Mustafa que me foi lá salvar. Dei-lhe uma Bolacha Maria e quando ia a fechar a porta, reparei num objecto de madeira com uma espécie de escova numa das extremidades, peguei naquilo e fui perguntar à minha mãe de que se tratava, e ela lá me disse que era uma vassoura e para o que servia, no meio disto disse também que se batia com a vassoura a meninas mal comportadas, e então perguntei-lhe porquê que se tinha esquecido de mim na dispensa, e ela disse "Ai minha filha foi sem querer!". Mas pelo sim pelo não dei-lhe uma vassourada e disse "Que não volte a acontecer!".

 Foi aí que descobri o meu dom para representar. Obti os meus primeiros papeis na escola primária, obti muitos sendo que os mais marcantes foram os de Pai Natal, papel esse que representei no musical "Onde param as meias?" e o papel de Coelho da Páscoa no drama "Onde param os ovos?". Por isso penso que tenho jeito para vassouradas sim."

 

 A próxima pergunta foi feita a ambos.

 

 Bruna e André: já os apresentei.

 

 P:Porquê o teatro?

 

 R(André): Bem o teatro é algo em que posso imaginar ser algo que não sou, e com sorte posso ir fazer novelas para a TVI ou para o México. Basicamente é por isso que gosto de teatro.

 

 R(Bruna): Porque sim. Vá estou a brincar, o teatro faz parte de mim. Estou a ver se entro na nova temporada de House e de CSI: Rio de Janeiro.

 

 

      
 

             

 À esquerda Bruna a encarnar Lili e na direita André a representar o Padre.

 

 

Fim

 

Ficha técnica:

 

Autoria:

Nhex

 

Equipa Técnica:

Redacção "Fumar Orégãos"

 

Produção:

Editor de texto do Sapo.Blogs

 

Agradecimentos especiais:

André Neiva e Bruna Nunes.

 

 

 

 

"Não percam o próximo post, porque nós também não!" xD

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

por Nhex às 01:39

2 comentários

De Xin a 02.09.2008 às 21:49

Gostei da parte do "..mas pelo sim pelo não dei-lhe uma vassourada..." xD

Portanto o gato chamava-se Mustafa mas eu sinceramente acho que lhe assentava muito melhor um Tobias..fica muito mais fofinho Tobias naquelas plaquinhas que se põe nas coleiras, do que Mustafa..mas vá se lá saber enfim xD

Eu vi a peça e confesso que a primeira coisa que pensei quando vi o senhor padre foi "oh raios, a batina é lhe curta!" e nesse momento fiquei com a sensação de que em mil oitocentos..não, mil novecentos.. e qualquer coisa, na guerra do golfo um tal Kant me tinha dito que de facto "Só a crítica pode cortar pela raiz o materialismo, o fatalismo.." e mais umas coisas mas como eu tinha sono não ouvi pk, tb, naquela altura delirávamos com pouco..isto para dizer que já naquele tempo ele tinha razão e realmente é por isso que a roupa as vezes não ser às pessoas (isto se o problema não estiver em descuidos alimentares, claro xD)

Concluindo, é preciso haver paz no mundo!.. apesar de que, se ela existisse eu em mil e oitocentos.. não tinha visto o Kant e portanto a modos que não sabia a razão de a bata não servir ao senhor padre... Ora entao, é preciso haver paz no mundo, às vezes vá..(não sejamos extremistas xD)

**

De Xin a 02.09.2008 às 21:51

*nao servem (xD)

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